Ando desenhando, com a ponta do dedo, o teu nome.
percorro-a letra a letra,
cavalgando o corpo do poema como se teu corpo fosse.
devagar, desembrulho a dor que adormece o meu olhar,
adivinhando o teu que ficou preso nas palavras.
e sorrio,
rio,
entonteço.
e sonho mais uma vez
que ainda sou o teu amor.
quinta-feira, 3 de setembro de 2009
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