Hoje, acredite, encontrei o pezinho de borracha do meu notebook.
engraçada essa sensação de encontrar algo a tanto tempo perdido.
Procurei arduamente esse pezinho e não tive nem pistas, ele estava, acredite, na gaveta de roupas de cama entre um lençol e outro, será que alguém o escondeu lá?
Engraçado como algumas coisas somem de nossas vidas e reaparecem assim quanto menos se espera.
Os organizados metódicos que me desculpem, mas nunca terão esse sentimento de reencontrar o perdido.
Certa vez encontrei um brinquedo a anos perdido, como mágica me vi sentado no quintal de a sombra de uma enorme mangueira, infância.
Já revivi momentos de amor com uma simples brisa, embriagada com o bom perfume de algum amor ainda não imune.
Refiz caminhos de viagens inteiras vestindo apenas uma velha jaqueta.
Encontro velhos amigos de escola no branco de tubos de cola.
Cartas velhas de amores a luz de velas me perseguem.
Eeencontros e desencontros me iluminam o diaCon
É certo que velhos amores resurgirão e novos amores virão,
sem dizer nas noites perdidas em vão.
Achar, no despropositado, algo que nos faça ilhados é prazer inexplicável.
domingo, 25 de abril de 2010
quinta-feira, 15 de abril de 2010
india, paraguaia e nordestina.
me promete esse sorriso pra sempre?
que eu quero te ver feliz assim todos os meus dias.
me jura que não deixa ninguem dizer que não vale a pena.
a gente sabe que vale.
me diz um medo, um segredo e me conta a respeito do beijo
que eu te digo sem medo o meu segredo daquele beijo.
vem cá e me surrura o nome do seu amor.
que eu ajudo uma letra compor.
me faz acreditar
e seja feliz
o quanto for necessário
e triste às vezes, só pra não perder o adversário.
saudades inevitáveis.
que eu quero te ver feliz assim todos os meus dias.
me jura que não deixa ninguem dizer que não vale a pena.
a gente sabe que vale.
me diz um medo, um segredo e me conta a respeito do beijo
que eu te digo sem medo o meu segredo daquele beijo.
vem cá e me surrura o nome do seu amor.
que eu ajudo uma letra compor.
me faz acreditar
e seja feliz
o quanto for necessário
e triste às vezes, só pra não perder o adversário.
saudades inevitáveis.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
ela deve saber
ela deveria ter os seus 16 anos,
loira, com aqueles aparelhos nos dentes.
sorriso sempre.
ela é uma velha amiga mais nova.
as vezes a acho antes do onibus.
lembra do deck de madeira sobre o lago do ipacarai?
eu, nunca esquecerei:
o amanhecer, o silêncio e o cigarro.
juntamos garrafas pra comer.
e bebemos mais.
praças, o velho orvalho das noites frias na praça.
as velhas companhias
"grupo de pessoas que seguem juntas"
que quase mais não se encontram.
mas que ainda os abraços são verdadeiros.
olhares intensos.
ela tem beijos sinceros de saudades extremas.
loira, com aqueles aparelhos nos dentes.
sorriso sempre.
ela é uma velha amiga mais nova.
as vezes a acho antes do onibus.
lembra do deck de madeira sobre o lago do ipacarai?
eu, nunca esquecerei:
o amanhecer, o silêncio e o cigarro.
juntamos garrafas pra comer.
e bebemos mais.
praças, o velho orvalho das noites frias na praça.
as velhas companhias
"grupo de pessoas que seguem juntas"
que quase mais não se encontram.
mas que ainda os abraços são verdadeiros.
olhares intensos.
ela tem beijos sinceros de saudades extremas.
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